Uma simples questão de bom senso
quinta-feira, julho 23, 2009 escrito por: PSDB RS
A população menos esclarecida tem dificuldades em compreender o que representou e representa, para o governo Yeda Crusius, o ajuste fiscal que culminou com o déficit zero, a quitação da dívida pública, o resgate de compromissos com fornecedores, o pagamento em dia dos salários do funcionalismo.
Os efeitos desse monumental esforço de gestão podem não ser mensuráveis a partir de uma explicação técnica, mas já estão sendo percebidos no maior volume de investimentos da última década. Mais de R$ 1,2 bilhão para melhorar estradas, saúde, educação, segurança.
Não que outros governos não investissem, também, nessas áreas, mas o diferencial é que o faziam de modo inconsequente, sem se preocupar com as contas que seriam cobradas lá na frente, o que gerou o déficit público astronômico agora saneado. Por isso, a dificuldade das pessoas em compreender o porquê de o governo Yeda ser tão espetacular.
Os outros prometiam, até começavam a fazer, mas “penduravam” os débitos, criados com recursos tomados emprestado, e não deixavam isso transparecer para a opinião pública. No popular, “iam fazendo e empurrando as despesas com a barriga”. Deixando a conta para seu sucessor pagar.
Agora, cada passo dado tem a segurança de contar com recursos previamente alocados. E a preocupação da governadora é tanta, para não afetar o equilíbrio alcançado, que diante da queda inesperada de arrecadação,, a partir desta sexta-feira, todo o governo se voltará a rediscutir os investimentos a serem feitos, de modo a não prejudicar o desenvolvimento projetado para o Estado.
O Estado está crescendo como há muito não se via, a economia está próspera, com a recuperação da confiança do empresariado na segurança de uma política estável e num governo que faz o que promete. Yeda não quer recuar. Apesar das dificuldades, a governadora não quer deixar de dar aos gaúchos o que se comprometeu: o Rio Grande, de novo, entre os maiores estados brasileiros.
O investimento da GM e o que não é Guaíba
quarta-feira, julho 15, 2009 escrito por: PSDB RS
Em abril de 2009, os gaúchos lamentaram os dez anos que a montadora Ford e suas sistemistas desistiram de se instalar no Rio Grande, desprezadas por um governo de valores baseados em conceitos antigos, como era o de Olívio Dutra e do PT.Em julho de 2009, os gaúchos recebem a notícia de que a unidade da General Motors localizada em Gravataí receberá investimentos da ordem de R$ 2 bilhões, quase o mesmo que todo o orçamento do governo do Estado para este ano.
De um lado, não é possível saber ao certo o que teria representado para o RS a instalação da Ford em Guaíba. Tem-se uma idéia com base no que a montadora está fazendo em Camaçari, na Bahia (foto), onde se fixou. Além de sua fábrica, também implantou um centro de pesquisas e treinamento e, na esteira, outra dezena de sistemistas acompanham o crescimento da região e, por extensão, de todo o Estado.
De outro lado, Gravataí vê a perspectiva de abertura de cinco mil novos postos de trabalho apenas na montadora da GM, mas que deverão aumentar em pelo menos 30% com a necessidade de suas 17 sistemistas também terem de ampliar sua capacidade de produção.
Os reflexos não param: há a possibilidade de uma nova fábrica de pneus e uma de vidros também agregarem-se ao parque industrial da GM. Com isso, fornecedores de matérias-primas que estão fora de Gravataí verão seus pedidos ampliados, e a roda viva só tende a aumentar.
Enquanto se faz um verdadeiro exercício de criatividade para se calcular a extensão dos reflexos do investimento da General Motors anunciado nesta quarta-feira, não é preciso esforço algum para ter-se a certeza do estrago feito a Guaíba pelo PT de Olívio Dutra. É algo que jamais será esquecido e dificilmente remediado.
Acompanhe a CPI da Petrobras através do blog
quarta-feira, julho 15, 2009 escrito por: PSDB RS
Clique aqui para conhecer o blog da CPI.
:: A incompetência da governadora ::
terça-feira, junho 30, 2009 escrito por: PSDB RS
Mas nem isso ela conseguiu!
Tem apenas uma casa de R$ 1 milhão e alguns outros bens de menor valor. Compare-se com o competente Lulinha, filho do presidente Lula, que até a eleição do pai trabalhava num zoológico com salário de menos de R$ 1 mil. Após 2003, em apenas 3 anos, amealhou mais de R$ 5 milhões.
Colaboração de Antônio d'Ávila
:: Pregão eletrônico, obrigatório no Estado ::
quarta-feira, junho 03, 2009 escrito por: PSDB RS
Segundo Marchezan Júnior, além de economia para os cofres públicos, o pregão eletrônico traz agilidade e transparência aos processos de aquisição de bens e serviços comuns na administração pública, uma vez que os nomes dos produtos e dos fornecedores estão disponíveis na internet e as operações podem ser conferidas por qualquer cidadão.
“É inegável que o pregão eletrônico é um avanço no serviço público, pois racionaliza os procedimentos de compras e de contratações, viabiliza o controle externo, inibe atos de corrupção, reduz custos operacionais e contribui para uma cultura de gestão com qualidade, racionalidade e controle”, afirma.
:: GM garante que não deixará o Estado ::
terça-feira, junho 02, 2009 escrito por: PSDB RS
O diretor de Assuntos Institucionais da General Motors (GM) do Brasil, Luiz Moan, garantiu à governadora Yeda Crusius, nesta segunda-feira, a manutenção da unidade de Gravataí, depois de assinatura do processo de reestruturação finan-ceira da empresa nos Estados Unidos. Também informou que as demais unidades da GM instaladas no Brasil serão mantidas. "Esta é uma notícia boa e que mantém tudo o que vem sendo dito a mais tempo: o ambiente criado no Estado é de sustentação de emprego e de renda, e a GM é parte disso", comemorou a governadora. Yeda afirmou que todos os planos da empresa para o Rio Grande do Sul estão mantidos e que a reestruturação ocorrida devido à crise nos Estados Unidos não atinge os gaúchos. "A crise encontrou o Estado em pé e forte, com investimentos e honrando os compromissos. Isso dá segurança à GM de Gravataí para continuar suas operações, mantendo todos os contratos que o Rio Grande do Sul já fez com a empresa", destacou. Para Yeda, a fabricante de veículos demonstrou respeito à unidade do município da Região Metropolitana por considerá-la modelo e uma fábrica na qual deve apostar.
A governadora disse também que a decisão da GM demonstra a sustentação da capacidade gaúcha de honrar acordos. No caso da multinacional, lembrou que o contrato é antigo e renovado. "Em dois anos, aumentamos as receitas e despesas, e isso é elemento essencial para a confiança demonstrada pela empresa, dando tranquilidade aos trabalhadores, à população de Gravataí e ao Rio Grande do Sul", reforçou.
Localizada em uma área de 386 hectares - dos quais 189 hectares são de de área industrial -, o Complexo Automotivo de Gravataí tem 140 mil metros quadrados de área construída. A unidade, que já recebeu desde sua implantação investimentos superiores a US$ 1 bilhão, é responsável por quase 50% da produção de veículos da montadora no Brasil. Em maio do ano passado, o complexo comemorou a produção do carro de número 1 milhão. São montados 46 carros por hora na unidade, que emprega 5,2 mil trabalhadores.
:: Cotação eletrônica agora é obrigatória ::
quarta-feira, maio 20, 2009 escrito por: PSDB RS
Isto significa que todas as compras e contratações de serviços realizadas sem licitação, pela administração pública, serão realizadas pela internet, como se fosse um leilão ao contrário - vence quem oferece o menor preço.
O sistema de cotação eletrônica é indicado para compras de até R$ 8 mil e contratação de serviços e aquisição de bens de engenharia até R$ 15 mil, que hoje são dispensadas de licitação.
“Esse é um passo importante para que o setor público avance no combate à corrupção”, afirmou o parlamentar. O que a sociedade ganha? Combate à corrupção - Tudo é feito às claras, sem a possibilidade de conchavos ou acordos.
Transparência - Qualquer pessoa pode saber tudo o que foi, será e está sendo comprado e contratado pelo setor público.
Economia - Maior concorrência entre as empresas que vendem para o Governo, sem perda da qualidade.
Mais participação das micro e pequenas empresas - Causa um efeito multiplicador na economia, através do incremento na receita e da inclusão digital das empresas fornecedoras, com a consequente geração de emprego.
Agilidade - Tudo é feito de maneira rápida e segura.
Menos burocracia - Elimina papéis e torna mais fácil o processo de compras e contratações.
Controle - Deixa de haver dispensa de licitação, pois tudo passa pela cotação eletrônica.
:: Diaz fará palestra na ExpoArroz ::
quarta-feira, maio 06, 2009 escrito por: PSDB RS
O instituto vai aproveitar o encontro para debater temas ligados ao setor. A partir das 9h30min, haverá palestra do professor Antônio Domingos Padula (Ph.D da UFRGS e Instituto Universal de Marketing e Agrobisness – I-UMA) sobre “A necessidade da organização e união da cadeia produtiva do arroz em prol da valorização do produto como alimento”.
Em seguida, o palestrante André Nassar, diretor-geral do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais – Icone, falará sobre o “Mercado de Arroz no Contexto da Crise”. Após o almoço, os participantes visitarão as instalações do Porto do Rio Grande (CESA, Tergasa e Termasa).
:: Investimento de R$ 3 bi no setor energético ::
terça-feira, maio 05, 2009 escrito por: PSDB RS
Serão investidos R$ 2,2 bilhões no projeto da UTE e R$ 800 mihões no Tergás. Com a conclusão do projeto de engenharia básica dos dois empreendimentos, o grupo Gas Energy solicitará licença prévia à Fepam para, em seguida, obter a licença na Agência Nacional de Petróleo.
As licenças, juntamente com o contrato de suprimento de GNL, permitem a qualificação do projeto para o leilão A-5, que deve ocorrer ainda este ano. A Gás Energy participará da operação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para entrega entre os anos de 2012 e 2013. O Rio Grande do Sul também será o primeiro Estado do Brasil a se credenciar para receber o gás vindo da camada pré-sal (GNL), de comercialização prevista para os anos de 2014 e 2015.
A obra tem baixo impacto ambiental e vai gerar 1,2 mil empregos diretos, além de outros 4 mil indiretos durante a construção. Os projetos entrarão em operação entre 2012 e 2013 e viabilizarão a construção de um gasoduto entre o Terminal e Porto Alegre, ou Pelotas, Bagé e outras regiões. O volume de gás será três vezes superior ao vindo para o Rio Grande do Sul pelo gasoduto Bolívia/Brasil. A capacidade inicial de estocagem do Tergás será de dois tanques de 125 mil metros cúbicos de GNL cada um, e a capacidade de regaseificação inicial, de 6 milhões de metros cúbicos por dia, podendo chegar, em uma segunda fase, a 10 milhões de metros cúbicos diários.
Já na UTE Rio Grande, a capacidade será de 1.250 MW em ciclo combinado, com consumo de gás estimado em 5,2 milhões de metros cúbicos por dia e ciclo de água combinado com a vaporização do GNL. Conforme Tavares, o projeto é de longo prazo. "Acreditamos que ele servirá de modelo no Brasil, pelo seu aspecto inovador, e que outros estados buscarão inspirar-se no exemplo que o Rio Grande do Sul está desenvolvendo", destaca.
:: Zilá recebe pedido de obra nas Missões ::
terça-feira, maio 05, 2009 escrito por: PSDB RS
:: Pagamento de precatórios a portuários ::
terça-feira, maio 05, 2009 escrito por: PSDB RS
O governo do Estado, o Tribunal Regional do Trabalho (TR) da 4ª Região e o Sindicato dos Trabalhadores nos Serviços Portuários de Rio Grande formalizam, nesta terça-feira, o acordo para pagamento de precatórios, em audiência pública marcada para as 16h30min. Foram destinados pelo governo estadual, no último dia 27, R$ 15 milhões ao Tribunal Regional do Trabalho relativos à primeira parcela de pagamentos de precatórios trabalhistas de 1998 aos portuários de Rio Grande. As próximas parcelas serão de R$ 8 milhões e R$ 5,5 milhões. No total, serão R$ 28,5 milhões para quitação desses precatórios, beneficiando 1.063 funcionários do Porto de Rio Grande.
De acordo com a juíza da Junta de Conciliação, Marta Kumer, os 15 primeiros precatórios serão pagos nos dias 12 e 13 de maio. No final do mês, mais 15 precatórios serão quitados e, em junho, vão ser liquidados os últimos 12.
O diretor do Tesouro do Estado, José Alfredo Parode, destaca que o pagamento foi possível depois de acordo entre o governo do Estado - representado pela Secretaria da Fazenda e pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE) -, o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e o Sindicato dos Portuários de Rio Grande. "É uma etapa muito importante no encaminhamento de uma solução, já que agiliza o processo de quitação de dívidas datadas de 1998", observa.
Desde que a governadora Yeda Crusius anunciou, em novembro do ano passado, a retomada do pagamento dos precatórios, o governo do Estado já repassou R$ 27 milhões para o TRT e o Tribunal de Justiça para quitação de precatórios de pequeno valor. Para este ano, já foram reservados R$ 148 milhões para conciliações que começarão a ser feitas pela Central de Precatórios do Tribunal de Justiça, além dos R$ 28,5 milhões para pagamento aos portuários.
:: Governo encaminha à AL projeto do piso regional ::
segunda-feira, maio 04, 2009 escrito por: PSDB RS
Com o reajuste previsto no projeto de lei, o valor da faixa 1 do piso regional aumenta de R$ 477,40 para R$ 505,66, ficando 8,74% maior que o valor do piso nacional. O valor para a faixa 4 do piso regional sobe de R$ 519,20 para R$ 549,94, sendo 18,3% maior que o valor do piso nacional.
Os valores reajustados de todas as faixas do piso regional, de acordo com a proposta do governo, ficam os seguintes:
Faixa 1 - R$ 505,66
:: Política do vinho com o Governo ::
sexta-feira, abril 24, 2009 escrito por: PSDB RS
No encontro, o parlamentar gaúcho tratou do protocolo que será assinado entre os governos gaúcho e paulista para reduzir a taxação do valor agregado hoje em São Paulo. Atualmente no estado paulista é cobrado o percentual de 44% sobre o vinho importado e 72% ao produto nacional.
Segundo o deputado Pauletti há predisposição dos governadores Yeda Crusius e José Serra para assinar este acordo que irá preservar o vinho nacional e unificar a margem de distorção tendo em vista que afeta o consumo e aumenta o volume dos importados.
A proposta foi encaminhada ao Secretário da Fazenda de São Paulo, Mauro Costa. Neste encontro o deputado tucano este acompanhado pelo presidente da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvubra), Danilo Cavani, e o vice-presidente, Deunir Argenta.

